Crítica – A Qualquer Custo (2016)

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Velho Oeste retrô

Para reviver os dias intensos do Velho Oeste não é necessário viajar ao futuro da série Westworld, mas apenas desembarcar no Texas. Com exceção da internet e tecnologias semelhantes, pouca coisa mudou por lá em 200 anos de história. A maioria dos cidadãos continua andando armada e vestida a caráter. Quem comanda a cidade, na prática, ainda é o xerife, e não o prefeito. O clima árido e as estradas empoeiradas que encobrem parte do asfalto combinam com as saudosas e rústicas casinhas de madeira. Na trama, dois irmãos (Chris Pine e Ben Foster) perdem a propriedade que pertencia à mãe falecida e passam a assaltar bancos para recuperá-la. Jeff Bridges revive o papel que o consagrou em Bravura Indômita,interpretando um ranger determinado a colocar os contraventores na prisão. O filme recebeu quatro indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante (Jeff Bridges), Melhor Roteiro Original e Melhor Edição.A Qualquer Custo (Hell or High Water, EUA, 2016), de David Mackenzie: Drama. 102 min.14 anos.  Nota :3,5. Nota - 3,5

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