Crítica – MANCHESTER À BEIRA-MAR (2016)

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Zelador do condomínio e da família

Após a morte do irmão Joe Chandler (Kyle Chand-ler), o taciturno Lee Chand-ler (Casey Affleck) é obrigado por testamento a cuidar do sobrinho Patrick (Lucas Hedges) até que ele complete 21 anos. Recém-separado da mulher (Michelle Williams), Lee vive como zelador a uma hora e meia de Manchester, onde mora Patrick. Antipático, temperamental e sem experiência com adolescentes, Lee enfrenta muitas dificuldades, haja vista que o sobrinho tem mais habilidade para resolver os problemas burocráticos do enterro e se adapta melhor às mudanças repentinas da vida. É a chamada sabedoria prática aristotélica. O enrustido tio, além de complicado, só consegue extravasar os sentimentos agredindo desconhecidos no bar, quando bebe. Essa atuação foi premiada com o Globo de Ouro de Melhor Ator e é uma das grandes promessas para o Oscar 2017. A trama simples se destaca pelo roteiro não linear,alternando-se entre o passado e o presente.Manchester à Beira-Mar.(Manchester by the sea, EUA, 2016), de Kenneth Lonergan(Gangues de Nova York).Drama.135 min.14 anos. Nota :4,0.

Nota - 04

 

 

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