Crítica – LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES (2016)

Mia (Emma Stone) und Sebastian (Ryan Gosling)

Assim Era Hollywood

Nascemos condicionados pelos gurus dos livros de auto ajuda à ideia de que a vida foi feita para ser feliz e não sofrer, para ganhar muito dinheiro, ter sucesso e encontrar a cara-metade. Em razão disso, o final deste filme pode deixar a maioria das pessoas desapontada. Quem assistiu à animação Divertida Mente percebeu que a tristeza foi fundamental para a garotinha entender sua conturbada relação com os pais. A trama, dividida em estações, mostra que existe equilíbrio na natureza, sempre um ciclo ascendente e um descendente de atividade e de repouso. La la land ganhou todos os 7 Globos de Ouro a que concorreu, tornando-se o grande favorito ao Oscar 2017. O longa do mesmo diretor de Whiplash,Damien Chazelle, homenageia de forma cadenciada a Era de Ouro dos grandes musicais de Hollywood. O roteiro não linear é brilhante. O figurino e a fotografia, em cores vibrantes, misturam a boemia dos anos 1950 e 1960 à nossa era digital. Os protagonistas Ryan Gosling e Emma Stone estão estupendos, e até o saudoso George Michael, citado, levanta-se do túmulo para aplaudi-los.La La Land – Cantando Estações.(La la Land, EUA, 2016),de Damien Chazelle,com John Legend.Musical.128 min.Livre.Nota :5,0.

Nota - 05

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