Crítica – Sete Minutos Depois da Meia-Noite(2016)

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Assim como na Parábola da Vaquinha

Conor (Lewis MacDougall) é um garoto de 12 anos com uma pré-adolescência complicada.Sofre bullying diário na escola, sua grande heroína,a mãe(Felicity Jones) está com câncer terminal e o pai(Toby Kebbell) foi transferido de emprego para o outro lado do Oceano em Los Angeles,obrigando-o a morar com a pragmática avó(Sigourney Weaver). Por isso ele não teve tempo para sonhar,apenas ter pesadelos trágicos e horripilantes.Certo dia aparece em seu quintal um monstro de 15 metros de altura(Liam Neeson) parecido com o Groot de Guardiões da Galaxia.Objetivo e sem cerimonias, conta-lhe 3 histórias – sempre aos 7 minutos depois da meia-noite- para lhe ensinar que as coisas nem sempre são o que parecem( cada caso é um caso).Sobretudo ajuda-o a se livrar dos maiores traumas e dependências da vida, tendo como exemplo a Parábola da Vaquinha.Baseado no premiado romance “O Chamado do Monstro” cujo autor também roteirizou esta adaptação para o cinema.Patrick Ness escreveu seu livro a partir de uma ideia original da escritora inglesa Siobhan Dowd, morta precocemente em 2007.Sete Minutos Depois da Meia-Noite.(A monster calls, EUA, 2016), de Juan Antonio Bayona.( O Impossível).Drama. 108 min.12 anos.Nota :3,5. 

Nota - 3,5

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