Crítica – Passageiros (2016)

PASSENGERS

Plunct, Plact, Zum! – Carimbador Maluco

Durante uma viagem interplanetária de 100 anos ocorre uma  pane no sistema de hibernação  o que faz acordar apenas o mecânico Jim Preston (Chris Pratt)  -o único dos cinco mil passageiros .Acontece que sua passagem infelizmente lhe dava um acesso bem restrito; à excepção de algumas gambiarras ás alas VIPS. Logo, Jim passou um ano á mercê das burocráticas máquinas computadorizadas (lembrando o Carimbador Maluco do nosso saudoso Raul Seixas). Para mandar um e-mal á Terra com poucas palavras custava a bagatela de 6 mil dólares. Sua única e real companhia era a de Arthur (Michael Sheen), um androide barman quase humano(o melhor personagem do filme).Impaciente,  ele resolve então acordar a passageira mais bela entre os demais chamada Aurora(Jennifer Lawrence),em homenagem a personagem de A Bela Adormecida, formando um casal romântico á la Wall-e e Eve(além de outras referências socioeconômicas a clássica animação).Uma ficção cientifica que poderia ter sido ambientada em qualquer cenário apropriado para um romance (como por exemplo uma ilha deserta). Por fim, devido aos empecilhos da trama, concluímos que a máquina jamais será competente o suficiente para exercer todas as funções cognitivas do ser humano.A não ser que ela possua uma alma encanada como a de Ghost in the Shell.Passageiros (Passengers, EUA, 2016), de Morten Tyldum.(O Jogo da Imitação).Ficção Científica.117 min. 12 anos.Nota:3,0. 

Nota - 03

 

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