Crítica – Animais Noturnos (2016)

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A vida imita a arte dentro da arte

Sobretudo aos técnicos de cinema, cineastas e estudantes este filme irá agradar em demasia por conter elementos essenciais da sétima arte.A trama dentro da trama se confunde entre o concreto e imaginário da mente da leitora protagonista. A primeira realidade retratada em cores vivas é análoga ao seleto mundo da moda ao estilo Demônio de Neon e a segunda, um suspense policial eletrizante ambientado no árido deserto norte americano.Susan (Amy Adams) é uma negociante de arte  bem sucedida que recebe subitamente o manuscrito de Edward (Jake Gylenhaal), seu primeiro marido antes mesmo de publicá-lo.Ela se apaixona pela história desbravando diversas madrugadas é ponto de interferir na vida real confundindo o espectador. Por isso a obra de Austin Wright  adaptada para o cinema chama-se Tony & Susan referindo-se ao personagem principal vivido também por Gylenhaal. Ele é um matemático desesperado á procura da esposa Laura Hastings (Isla Fisher) e da filha India Hastings (Ellie Bamber) raptadas por arruaceiros desconhecidos (liderados por Ray Marcus- Aaron Taylor-Johnson) em uma autoestrada no meio do nada sem sinal de telefone.Por sorte aparece o convalescente investigador Bobby Andes (O General Zod -Michal Shannon)sem nada a perder,  determinado a solucionar o caso custe o que custar.O longa concorre ao Globo de Ouro de Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante(Aaron Taylor-Johnson) e Melhor Roteiro. A premiação acontece dia 8 de janeiro de 2017.Animais Noturnos (Nocturnal animals, EUA, 2016), de Tom Ford( Direito de Amar)  .Drama.117 min.16 anos. Nota :4,5. 

Nota - 4,5

 

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