Crítica – Neruda (2016)

023101-jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx

Biografia, ficção e poesia

PPablo Neruda (Luis Gnecco), ferrenho senador de oposição ao presidente Gabriel González Videla em 1946,
entendeu o significado do socialismo proposto pelo mendigo Carlitos no filme Tempos Modernos. Socializar-se, segundo ele, significa viver moderadamente, exercendo atividades criativas em vez de mecânicas, que escravizam a mente humana. Em nova cinebiografia selecionada pelo Chile para o Oscar 2017 e indicada ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, temos um narrador-personagem (Gael García Bernal) que é um algoz perseguidor simbólico do poeta na vida real, ao estilo Jean Valjean de Os Miseráveis, desde a Metrópole sitiada até a imensidão branca próximo à cordilheira dos Andes. Um melancólico inspetor policial que foi encaixado nas belas poesias do notório escritor para dar cadência filosófica à trama de suspense.(Neruda. Chile, Argentina, França, Espanha, EUA, 2016), de Pablo Larraín( No) .Biografia.108 min.12 anos. Nota :3,5.

 Nota - 3,5

Anúncios