Crítica – O Vendedor de Sonhos (2016)

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O segredo do sucesso é ter aquilo que o dinheiro não pode comprar

Com o advento da internet, hoje uma criança de sete anos tem mais informação do que tinha um imperador romano. Isso deixou o ser humano despreparado para lidar com os desamores do dia a dia, aumentando assustadoramente o número de suicídios no mundo. Bilionários permanecem enclausurados nos arranha-céus, especialmente aqueles ao lado da Ponte Estaiada – símbolo do capitalismo paulistano –, enquanto, do outro lado do Rio Pinheiros, mendigos contrastam com a paisagem suntuosa e socializam-se, vivendo em tabernáculos. Um desses moradores (Cesar Troncoso) é um ex-bilionário que salva por acaso um psicólogo renomado (Dan Stulbach) do suicídio. Eles se tornam amigos e iniciam uma jornada fantástica, transmitindo mensagens confortantes ao estilo socrático que acabam viralizando na internet. Baseado no livro homônimo de Augusto Cury, um dos escritores brasileiros mais famosos da atualidade, que, com todo o elenco, esteve presente na coletiva de imprensa do filme, acompanhada pela Gazeta de Pinheiros.O  Vendedor de Sonhos . Brasil, 2016, de Jayme Monjardim( O Tempo e O Vento).Drama.96 min.10 anos. Nota :3,0. 

Nota - 03

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