Crítica – Ninguém Deseja a Noite (2015)

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A primeira  aristocrata no  Polo Norte

Se hoje é difícil sobreviver no Polo Norte, imagine no começo do século passado.Groenlândia, 1908. Josephine Peary (Juliette Binoche) é uma expedicionária que viaja ao Polo Norte em busca do marido desbravador. Acostumada a uma vida de luxo em Nova York, ela é obrigada a acampar durante quatro meses em um iglu devido às intensas tempestades de neve na região inóspita, acompanhada apenas de uma esquimó chamada Allaka (RinkoKikuchi).O início eletrizante, com avalanches e trenós em alta velocidade, tem uma brusca queda de ritmo na segunda metade, deixando o filme sonolento, apesar do comovente laço emocional criado entre as mulheres. Ninguém Deseja a Noite.(Nadie quiere la noche, Espanha, França, Bulgária, 2016), de Isabel Coixet.Biografia.104 min. Nota :2,5.

Nota - 2,5