Crítica – Creepy (2016)

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O fantástico mundo de um psicopata

Após uma série muito fraca de filmes de terror, este ano somente um serial killer ao estilo de Hannibal Lecter, Coringa, Alex, de Laranja Mecânica, ou Jack Torrance, de O Iluminado, para esquartejar o mau humor de uma vez por todas. Para isso, teremos de entrar na mente desse psicopata, pensar e agir como ele. Em outras palavras, pensar sem muita lógica ou padrões pré-definidos, encarando a obra de Kiyoshi Kurosawa como uma fantasia de roteiro deliberadamente incoerente dentro dessa triste realidade, mas que prenderá o espectador do começo ao fim. Na trama, um psicólogo criminalista (Hidetoshi Nishijima) é chamado para investigar o desaparecimento de uma menina que foi deixada para trás pela família. Enquanto isso,ele fica intrigado com os novos vizinhos, que agem de forma suspeita.Creepy (Japão, 2016), de Kiyoshi Kurosawa.Suspense. 130 min.14 anos. Nota :3,5. Nota - 3,5