Crítica – As Confissões (2016)

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Os valores de um monge e de um político

Num hotel da Alemanha está sendo realizada uma reunião do G8, composta por ministros da economia cujo líder (Daniel Auteuil) se confessa secretamente com um monge (Toni Servillo), misteriosamente convidado. Auteuil se suicida, provocando nos demais a sensação de que houve uma delação de última vontade. Quando o covil começa a pressioná-lo para revelar o que foi dito, percebemos a enorme diferença de valores entre os políticos e os monges, entre o bem e o mal, o interesse pessoal e o altruísmo. Parece que a Lava Jato contaminou o mundo.As Confissões (Le confessioni, Itália, 2016), de Roberto Andò ( Viva a Liberdade) Drama.  100 min. Nota 3,5. Nota - 3,5