Crítica – Animais Fantásticos e onde Habitam (2016)

FANTASTIC BEASTS AND WHERE TO FIND THEM

Spin-off da saga Harry Potter será um tremendo  sucesso

Enquanto o universo Harry Potter limitava-se à escola de bruxos de Londres, esta nova cinessérie, que terá cinco episódios, se expandirá por todo o planeta, começando por Nova York e depois chegando a Paris. Enquanto Harry Potter e seus amigos eram crianças inexperientes no reino da magia, a maioria dos bruxos daqui está no nível de Dumbledore quando jovem (que aparecerá em breve).Ambientado em 1926, durante a Lei Seca pré-depressão, quando o atuante Ministério da Magia dos EUA (MACUSA) tentava proteger os habitantes no-maj (trouxas americanos) sem se expor, contra a criminosa organização Segundo Salém, cujo líder é o mago Grindelwald (Johnny Depp), o antecessor de Você-Sabe-Quem. É aí que entram em cena os animais fantásticos, soltos acidentalmente de dentro da maleta – que lembra muito a sacolinha mágica do Gato Félix –do tímido Scamander (Eddie Redmayne), um magizoologista britânico que foi expulso da Hogwarts. Ele contará com a ajuda do futuro padeiro trouxa (Dan Fogler) que trocou as maletas acidentalmente e acabou roubando a cena, formando um caricato par romântico com a sensual bruxinha Queenie Goldstein (Alison Sudol), irmã de Tina (Katherine Waterston), integrante rebelde contra as rígidas leis da MACUSA. Um filme simpático e criativo, ao estilo de J.K. Rowling, que escreve um roteiro conciso e agradável de se ver, sem cansar jamais.Animais Fantásticos e onde Habitam.(Fantastic Beasts and Where to Find Them, Reino Unido, 2016), de David Yates ( A Lenda de Tarzan).Fantasia.133 min.12 anos. Nota :4,0.

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