Crítica – A Luz Entre Oceanos (2016)

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A verdade dói,mas conforta a alma

O casal de astros na vida real Michael Fassbender e Alicia Vikander é transportado para 1918 – após o fim da Primeira Guerra Mundial – e incumbido da administração de um farol em uma ilhota australiana entre os oceanos Pacífico e Índico. Certo dia, Isabel Graysmark encontra um bebê à deriva ao lado de um homem morto dentro de um pequeno barco. Movida pela emoção, a jovem, impossibilitada de engravidar, convence o marido Tom Sherbourne a ficar com a criança, já que adotá-la seria quase impossível na época.Quatro anos mais tarde, eles encontram sua mãe biológica (Rachel Weisz) e enfrentam o terrível dilema de contar-lhe ou não a verdade. Decisões difíceis e acertadas (em ótimas atuações), na medida em que nos colocamos no lugar de cada um dos três, pensando sempre na criança em primeiro lugar. Isso é o mais importante.A Luz Entre Oceanos.(The Light Between Oceans, EUA, Nova Zelândia, 2016), de Derek Cianfrance(O Lugar Onde Tudo Termina) Drama.130 min.12 anos.Nota 4,0. 

Nota - 04