Crítica – Doutor Estranho (2016)

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Mens sana in corpore sano

Chegou a hora da Marvel introduzir suas infinitas moradas através do Mago Supremo das artes místicas – em um longa que, infelizmente, é quase idêntico à animação de 2007. Se os sonhos psicodélicos do filme A Origem surpreenderam, os efeitos visuais daqui impressionarão muito, muito mais. Antes da formação dos Vingadores, Stephen Strange (Benedict Cumber batch) era um arrogante neurocirurgião que, após perder a coordenação nas mãos, foi a um secreto templo budista em Katmandu, capital do Nepal, à espera de um milagre para voltar a operar com a mesma precisão. Renomado conhecedor da medicina física, ele desconhecia os segredos da cura espiritual pelas mãos (reiki, johrei, passes espíritas e cura prânica) ,a exemplo do espírito André Luiz, ex-colega de profissão na Terra, antes de conhecer a colônia Nosso Lar. O processo natural consiste na canalização da energia quintessenciada do Fluido Universal (a Força de Star Wars). De quebra, Strange aprendeu a sair do corpo (desdobramento,projeção astral) e a materializar objetos “do nada”, fenômenos ocultos que intrigam a humanidade desde os primórdios, abordados aqui superficialmente e com o mero intuito de lucrar e divertir, sem instruir. Dessa forma nunca terão a credibilidade que merecem.Doutor Estranho. (Doctor Strange, EUA, 2016),de Scott Derrickson(Livrai-nos do Mal). Ação com Tilda Swinton, Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.115 min. 12 anos.Nota :3,5. Nota - 3,5

 

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