Crítica – Trolls (2016)

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A felicidade está dentro de nós

Poppy (Anna Kendrick), a líder dos Trolls, vive constantemente alegre e sem muitas preocupações ou responsabilidades, fazendo aquilo que mais gosta, como dar festas e abraços todo dia, ao contrário do precavido e eterno pessimista Branch (Justin Timberlake), enclausurado em um abrigo à prova de Berguens. Um dia os gigantes inimigos reaparecem e sequestram vários Trolls, pois, em sua filosofia, devorá-los é a única satisfação na vida. Agora Poppy e Branch terão que deixar as diferenças de lado e unir forças para conseguir salvá-los. A bela animação, que lembra um pouco Os Smurfs, se destaca pelos hits musicais incorporados com perfeição, a exemplo de Moulin Rouge. Além disso, o longa nos ensina que a vida é uma mistura de alegrias e decepções, sendo perfeitamente possível ser feliz em espírito com responsabilidade, aceitando os obstáculos e as mudanças repentinas que surgirão ao longo do caminho a fim de deixarmos nossa zona de conforto de vez em quando. Trolls, EUA, 2016, de Mike Mitchell .Animação.93 min.Livre. Nota :3,5. 

Nota - 3,5