Crítica – A Garota no Trem (2016)

472674-jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx

Chegou a hora das mulheres  dominarem  Hollywood

A Força do sexo  feminino  está muito bem representada na adaptação do best-seller homônimo de Paula Hawkins. Rachel (Emily Blunt), Megan (Haley Bennett) e Anna (Rebecca Ferguson) brilham por si só, conquistando aos poucos o espaço que Hollywood raramente cede a três protagonistas femininas de uma só vez. Em fraquíssima atuação, os antagonistas masculinos não conseguem nem de longe ofuscar o brilho das musas, passando quase despercebidos.Rachel se separou do marido Tom (Justin Theroux) por problemas de alcoolismo e sem conseguir ter filhos, problema que ele resolveu em pouco tempo com Anna, gerando ciúme mortal na ex-mulher, que trabalha em Manhattan, para onde segue diariamente de trem. Durante o percurso, ao olhar pela janela, chama a sua atenção a vida perfeita de um jovem casal que faz amor com frequência na sacada de casa. A jovem Megan é a babá do filho de Tom que Rachel sempre quis ter.A Garota no Trem (The girl on the train, EUA, 2016), de Tate Taylor (Histórias Cruzadas) .Suspense 113 min .14 anos.Nota :4,0.

Nota - 04