Crítica – Kubo e as Cordas Mágicas (2016)

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Fábulas de samurai em origami

Além dos mitos greco-romanos e judaicos existem os contos japoneses de wuxia passados de pai para filho.A nova  animação em stop-motion dos Studios Laika, os mesmos de Coralina, ParaNorman e Os Boxtrolls, revive este tempo mágico na pele de um menino caolho com seu poderoso Shamisen (um instrumento de cordas de sonoridade peculiar, mas muito parecido com um banjo).Quando suas notas vibram aparecem incríveis imagens em Origami o que lembrou a Teoria das Supercordas sobre as infinitas moradas ou dimensões espirituais vibratórias de que Jesus se referia.  Ele, porém, não pode nunca sair de sua caverna depois do pôr do sol, pois seu avô, o Rei Lua, e suas tias, duas bruxas más desejam roubar o olho que ainda lhe resta( parecido com O Feitiço de Áquila que nunca termina).Em sua jornada heroica terá de encontrar a lendária espada inquebrável e a única armadura mágica capaz de derrotá-lo. Kubo e as Cordas Mágicas ( Kubo And The Two Strings,EUA, 2016), de Travis Knight.Animação. 10 anos. Nota :4,5. Nota - 4,5