Crítica – Kóblic (2016)

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Ditadura é tudo igual 

Logo na primeira cena , a expressão tensa do aviador de óculos escuros Ray-Ban já determina qual será o tom  deste ótimo longa metragem. Ambientado em 1971 durante a ditadura militar argentina Ricardo Darín vive um ex-capitão das Forças Armadas, responsável por coordenar as operações aéreas conhecidas como os “voos da morte”, onde elementos considerados subversivos eram arremessados de dentro dos aviões diretamente ao fundo do mar. Cansado, mais tarde , ele se esconde no interior dos pampas disfarçado de pulverizador, até se deparar com um corrupto comissário de polícia local( Oscar Martinez) que acaba descobrindo sua verdadeira identidade.(Kóblic, Argentina, 2016), de Sebastián Borensztein( Um Conto Chinês).Drama. 92 min. 14 anos.Nota :3,5.

Nota - 3,5