Crítica – Inferno (2016)

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O Apocalipse é Aqui …

Sociopata (Ben Foster) pretende dizimar grande parte da população mundial com intuito de diminuir o crescimento populacional soltando um vírus contagioso inspirado na peste bubônica; uma bactéria transmitida pela urina do rato que provocou a morte de um terço da população europeia na Idade Média devido ao fato da igreja ter exterminado a maioria dos gatos(preto), companheiros inseparáveis das bruxas. O simbologista Robert Langdon (Tom Hanks) em sua terceira aventura no cinema, tentará impedi-lo seguindo as pistas relacionadas ao apocalíptico Inferno de  Dante Alighieri, poeta nascido em Florença aonde se passa o filme. A Divina Comédia é uma das poucas obras bem fundamentadas no Inferno Católico que na verdade é uma mistura de todos os outros.Lá, sofredores deformados condenados por toda eternidade estão divididos em círculos classificados de acordo com os tipos de pecado praticados em vida. O roteiro é confuso e apressado demais , por isso  os personagens foram mal construídos. No entanto, o carismático e competente elenco deve conquistar o público  transmitindo-lhes uma grande aula de  história e geografia á céu aberto.(Inferno, EUA, Japão, Turquia, 2016), de Ron Howard(Rush – No Limite da Emoção).Suspense com Felicity Jones e Omar Sy. 122 min. 14 anos.Nota :3,0.Nota - 03