Crítica – Demônio de Neon (2016)

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O metafórico superficial mundinho da moda

Em uma época em que o número de remakes cresce assustadoramente indicando a breve falência criativa da sétima arte, quando surge algo inovador, mesmo com algumas falhas de roteiro deve ser colocado em um patamar acima dos ordinários.É o caso de Demônio de Neon um retrato fiel do pobre e glamoroso mundinho da moda movido de práticas exteriores, cheio de cores e luzes. Uma metáfora bem real onde tudo é artificial impulsionada por instintos animalescos ,inclusive o corpo das modelos.Na trama, a acensão meteórica de uma jovem de formas puras e angelicais(Elle Fanning) ameaça o reinado das veteranas, um cordeiro no meio de lobos prestes a ser devorado ou copiado por elas, literalmente .Demônio de Neon (The neon demon, EUA, França, Dinamarca, 2016), de Nicolas Winding Refn (Drive).Terror. 118 min.16 anos Nota :4,0.

Nota - 04