Crítica – Sete Homens e um Destino (2016)

The Magnificent Seven

Vingadores do Velho-Oeste

Remake do homônimo de 1960 outrora protagonizado por Steve McQueen e Charles Bronson tem Denzel Washington, Chris Pratt  e Ethan Hawke no elenco. O longa se inspirou no clássico de  Akira Kurosawa Os Sete Samurais, muito diferente e muito melhor,  do tempo  em que o ser humano se defendia utilizando técnicas marciais em vez das covardes armas de fogo. Gênero quase extinto, o faroeste hoje se confunde com blockbusters de muita ação, envolto numa bela fotografia,vilões bonitos, e limpos;  cuja trilha sonora  se eternizou pelos comerciais da Marlboro. Na trama inclusiva os magníficos pistoleiros que salvam o vilarejo oprimido por malfeitores representam minorias étnicas (brancos, negros, índios e asiáticos atuais)substituídos pelos mexicanos dos anos 60).Sete Homens e um Destino(The magnificient seven, EUA, 2016), de Antoine Fuqua.(O Protetor) Faroeste. 133 min. 14 anos.Nota :3,0.

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