Crítica – Bruxa de Blair (2016)

Lisa (Callie Hernandez)

E o  mistério continua…

Estreia mundialmente dia 16 após 16 anos a terceira continuação de  um dos filmes independentes de maior bilheteria da história. O longa revolucionou a ideia de falso documentário enganando parte dos espectadores da época, apreensivos com desaparecimento daqueles jovens Na nova trama, ignorando  Bruxa de Blair 2 (2000) , James Allen McCune (Shameless) irmão da personagem feita por Heather Donahue no primeiro filme,  parte atrás dela com a ajuda de alguns colegas  para descobrir o que realmente aconteceu na floresta.A relação entre o grupo  é muito boa mantendo o suspense até o final, especialmente nas cenas claustrofobias e de terror envolvendo a entidade sobrenatural. No entanto, a proposta semelhante do diretor Adam Wingard jamais causará o mesmo impacto do original tornando-se esquecível em poucos anos. Bruxa de Blair (Blair witch, EUA, 2016), de Adam Wingard. Terror. 90 min. 14 anos.Nota :3,0.Nota - 03