Crítica – Café Society (2016)

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Biografia de Woody Allen disfarçada

Jesse Eisenberg interpreta o alter-ego de Woody Allen um poeta sem grana chamado Bobby, a princípio descartado pelo grande amor de sua vida Vonnie (Kristen Stewart) que preferiu casar com seu tio Phil (Steve Carell), empresário das maiores estrelas da Era de Ouro de Hollywood . Bobby veio de uma alegre família mafiosa que vez por outra se metem em encrencas. Um ambiente glamoroso, fútil e corrupto dos anos 30,  impecável sob a ótica do diretor que caprichou na fotografia e no figurino.A melhor piada do longa indica que aquela sociedade materialista não acreditava na vida após a morte.Dependendo da interpretação ,Sheow (inferno judeu) pode significar somente um túmulo ou o lugar para onde a alma irá . No entanto, será que o ritual mosaico bíblico do sangue do cordeiro imolado não valia nada para um dos povos mais religiosos de todos os tempos e divulgadores do monoteísmo. Café Society  (Café Society, EUA, 2016), de Woody Allen.Comédia romântica. 96 min.12 anos. Nota :3,5.

Nota - 3,5