Crítica – Ben-Hur (2016)

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A Água Viva de Jesus para Ben-Hur

No poço, quando Jesus encontrou a mulher samaritana , um povo  politeísta e inimigo dos judeus; ele  ofereceu a ela a Água Viva do amor e da caridade, a mesma  que deu forças sobrenaturais  a Ben-Hur para concluir sua jornada. Segundo a obra escrita por Lew Wallace, Massala(Toby Kebbell) era um legionário romano,  filho de um rico e poderoso mercador e comerciante com frotas de navios e armazéns por todo o Oriente.Seu pai ficou em Jerusalém durante anos como cobrador de impostos onde conheceu  o príncipe Ithamar da  Casa de Hur. Então os garotos se tornaram amigos, apesar das inúmeras divergências ideológicas. A trama gira em torno  da construção do Circo Máximo  que chegou a acomodar 250 mil espectadores, o que gerou enorme custo ao Império. A estratégia da eletrizante corrida de biga entre os dois foi incentivada pelo negociante árabe Ildarin (Morgan Freeman) que acolheu o injustiçado escravo judeu (Jack Huston) após o clássico naufrágio. Apesar do final abrupto a nova e agitada versão nos passa uma mensagem mais otimista, diferente do original em 1959.  Na coletiva de imprensa da qual a Gazeta de Pinheiros participou Rodrigo Santoro emocionado disse que desejava interpretar esse Jesus menos mítico e religioso  desde a Paixão de Cristo de Mel Gibson em 2004  quando recusou o papel por conflitos na agenda. Ben-Hur (Ben-Hur, EUA, 2016), de Timur Bekmambetov (O Procurado).Épico.123 min.14 anos.Nota :3,5.

Nota - 3,5