Crítica – Esquadrão Suicida (2016)

SUICIDE SQUAD

Arlequina e  Coringa roubarão  nossos corações loucos

Á exemplo do filme Os Doze Condenados de 1967, o aguardado longa dirigido por David Ayer mistura drama e comédia de humor negro temperado com algumas críticas políticas.O visual e a trilha sonora de cada personagem  é espetacular, apesar do roteiro fútil e previsível . Líder da equipe como em outras mídias recentes ,o Pistoleiro (Will Smith)  é um anti-herói complexado ao lado do apático Rick Flag (Joel Kinnaman).Arlequina (Margot Robbie) está perfeita como uma autêntica musa louca e  sensual,namorada de um poderoso gangster(Jared Leto) que jamais poderá ser comparado aos outros coringas, somente á Scarface .Mesmo assim, ele se encaixa muito bem no contexto roubando a cena em poucos minutos de tela.  Magia (Cara Delevingne) encanta e hipnotiza bem , mas foi colocada no filme errado, assim como o Crocodilo. Quem ira cativar é Diablo, (Jay Hernandez) cheio de conflitos internos. O restante passará despercebido. Batman( Ben Affleck) e Flash(Ezra Miller) aparecem rapidinho, mas a participação do Morcego definirá seu futuro e o da Liga da Justiça.Amanda Waller (Viola Davis)  como sugere a letra da música  Sympathy For The Devil dos Rolling Stones é o autêntico demônio encarnado enquanto  os outros vilões justificam a maldade por não terem perspectiva de futuro. Esquadrão Suicida (Suicide Squad, EUA, 2016), de David Ayer.Comédia.130 min. 12 anos. Nota :3,5 .

Nota - 3,5

Críticas em vídeo introduzindo os    personagens