Crítica – Fome (2015)

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Cumulo do egoismo

O lindo filme cult em preto e branco  disfarçado de documentário retrata a vida cruel de um mendigo (Jean-Claude Bernardet) perambulando  pelo centro de São Paulo, prisioneiro de suas convicções fundamentalistas. Na verdade, ele é um renomado ex-professor comunista da USP que ao contrário dos outros sem-teto entrevistados pela pesquisadora Ana Carolina Marinho , mora lá por opção ideológica. Um homem intransigente e prepotente ao extremo capaz de morrer na miséria á assumir responsabilidades para não ter que se adequar ao sistema capitalista. O cúmulo do orgulho e do egoismo , um dos maiores males que a humanidade já produziu.Fome.(Brasil, 2016), de Cristiano Burlan (Mataram Meu Irmão). 90 min.Drama. 12 anos.Nota :4,0 .

 

Nota - 04