Crítica – Agnus Dei (2015)

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Fora da Igreja não há salvação

Durante o final da Segunda Guerra em um convento isolado das ruínas de Varsóvia na Polônia, vinte e cinco freiras são violentadas por soldados stalinistas- algumas mais de quarenta vezes seguidas- das quais,  cinco sobrevivem,mas terão que encarar uma gravidez indesejada. Impedidas de ser tocadas e de violar os dogmas e rituais sagrados da religião, sob ás ordens da fundamentalista Madre Superiora(Agata Kulesza) elas  se afastam do grupo a fim de pedir socorro urgente . Então uma jovem médica da Cruz Vermelha(Lou de Laâge) encarregada de tratar sobreviventes franceses é chamada em absoluto segredo para cuidar do delicado trabalho de parto, sob pena de ser descoberta, perder o emprego e ainda comprometer  vida o recém-nascido. Agnus Dei ( Les innocentes, França, 2015), de Anne Fontaine(Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte).Drama. 115 min.Nota :3,5.

 

Nota - 3,5