Crítica – Um Belo Verão (2015)

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O tempo passa , e o preconceito fica

Cansada das árduas tarefas na fazenda dos pais convalescentes  a   jovem Delphine (Izïa Higelin)  adere ao movimento feminista de esquerda na década de 1970, cuja ideologia priorizava o uso da força e da violência, endemonizava a burguesia que sustentava o país e a imprensa que fiscalizava o governo. Os mesmos ideais retrógrados e sectaristas de hoje .Lá  conhece Carole (Cécile de France), e se apaixona loucamente por ela em um romance lésbico, secreto e duradouro. Descobertas politicas e sexuais sutis contrariando o universo agrícola dos machistas da época.Um Belo Verão.(La belle saison, França, 2015), de Catherine Corsini Drama.105 min. Nota :2,5.Nota - 2,5