Crítica – Warcraft – O primeiro encontro de dois mundos (2016)

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Sessão da Tarde dos anos 80

Produção cheia de clichês que lembrou os clássicos de fantasia da Sessão da Tarde nos anos 80 baseado no famoso game homônimo da eterna luta entre orcs e humanos. Ao contrário  daqueles  irracionais da trilogia O Senhor dos Anéis, esses tem índole boa, mas são manipulados por um poderoso e temido Feiticeiro (a própria encarnação do mal e da discórdia).Já no reino dos humanos existe um feiticeiro bom, tão poderoso quanto ele que se esforça para não cair nesse controle mental.Warcraft – O primeiro encontro de dois mundos.
(Warcraft, EUA, 2015), de Duncan Jones(Contra o Tempo).Fantasia. Com Travis Fimmel, Paula Patton, Ben Foster. 124 min.12 anos.Nota :2,0.Nota - 02