Mulher Maravilha , Moiras e o Cordão da Prata

ww43aEm Mulher Maravilha 43 a semi-deusa Donna Troy arrependida por seus crimes procura as Moiras para tentar se “suicidar” já que as velinhas controlam o destino de todos, inclusive o dos deuses. Por alguma razão elas dizem que o destino não está nas mãos delas. Situação semelhante ocorreu quando o Hércules do desenho da Disney tornou-se imortal. No espiritismo chamamos de Cordão de Prada ou Cordão fluídico. Segundo o site O Consolador é uma espécie de Conduto energético que liga o perispírito ao corpo físico, quando dos desdobramentos; também denominado de cordão astral, cordão fluídico, cordão de luz, fio de prata, cordão perispirítico.Espécie de “cordão” que liga o perispírito e, conseqüentemente, o espírito ao corpo físico.É imprescindível à vida de relação, por assim dizer, pois assegura a perfeita e pontual realização das funções biológicas vitais durante o período do sono natural, no qual o corpo material fica ligado por tal cordão ao seu espírito, que então se desprende para interagir no mundo espiritual durante o período de entorpecimento dos sentidos que caracteriza o sono.É apresentado, sob vidência, com uma coloração que tende do cinza á prata, por isso seu nome se referir à uma coloração prateada.Denominação essa que não é fundamentalmente espírita e sim um nome genérico.Porém resolvi adotá-la aqui para facilitar a identificação.O cordão-de-prata é pré-requisito essencial para a vida orgânica propriamente dita, posto que no momento da morte física ele se rompe.Nos meios ditos “espiritualistas” há uma discussão sobre os perigos de rompimento desse cordão espontaneamente durante o fenômeno das projeções, como se algo no universo pudesse acontecer “espontaneamente” , isto é, sem o consentimento e conhecimento de Deus.Esse acontecimento é impossível de suceder, a não ser que seja a “hora” do indivíduo desencarnar.É preciso não ser infantil ao se discutir questões espíritas.O “cordão-de-prata” não é feito de material suscetível de atritos e à acontecimentos que possam vir á “rompê-lo”.Isso contraria a lógica.Os ditos “espiritualistas” deveriam estudar Kardec e praticar a caridade antes de se aprofundar e perder tempo em discussões inócuas e de cunho pseudo-filosófico-espiritualista que somente os levam de lugar algum para nenhum lugar.

Mlhrmrvlh4v043osnvs52_page28_image13

 

Mlhrmrvlh4v043osnvs52_page28_image16

Batalha de Gregos e Amazonas, Museu do Vaticano

Segundo o site Democracia Fashion as Amazonas era um povo formado apenas por mulheres. Como até bem pouco tempo atrás, na Grécia antiga mulheres não tinham muitos direitos, e se não casassem e tivessem filhos, não tinham utilidade para a sociedade. A única opção era ser esposa e mãe.

As amazonas eram mulheres que repudiavam este destino. Não queriam ser submissas aos homens, e acreditavam que a única maneira de serem livres era nunca se casando. Assim, formaram uma república feminina, que dizem ter sido situada  inicialmente no Cáucaso e depois na Capadócia, às margens do rio Termodonte.

Nessa nação feminina, faziam de tudo , como nós mulheres fazemos no dia de hoje. Trabalhavam cuidando das diversas atividades da sociedade delas, e tinham uma nação próspera. Caçavam também e eram guerreiras exímias, pra homem nenhum botar defeito.

A Batalha das Amazonas, por Rubens

Cultuavam, principalmente a deusa da caça e da lua, Ártemis, que era livre, independente, e verdadeira inspiração para elas.

Essa mulheres não tinham contatos com homens, a não ser 1 vez por ano, quando se dirigiam ao território vizinho, com a finalidade de ter filhos e dar continuidade ao seu povo de guerreiras. Assim, caso tivessem filhos meninos, enviavam a criança de volta à cidade do pai, para que o menino fosse criado por ele. Apenas meninas ficavam com as mães, que eram educadas para serem como elas, livres, donas de sua própria vontade e guerreiras. Podemos dizer que foram as primeiras feministas (?).

As Amazonas, por Tischbein

As amazonas eram lideradas por suas rainhas, e entre as mais conhecidas está Pentesileia, que teria participado da Guerra de Tróia. Nesta guerra, as amazonas se colocaram do lado dos troianos aliando-se a Príamo. Durante uma batalha, Pentesiléia,  travou uma luta corpo a corpo com Aquiles. A luta foi difícil e muito equilibrada entre os dois. Porém foi a rainha amazona quem tombou ao chão. Conta-se que o herói, diante de tamanha bravura, apaixonou-se pela moribunda, que há até muito pouco tempo era sua grande inimiga.

Aquiles e Pentesiléia, por Tischbein

Outra rainha bastante conhecida foi Hipólita, irmã de Pentesiléia, e seu cinturão mágico foi o objeto de um dos doze trabalhos de Hércules, dos quais falaremos mais tarde. Saqueadoras amazonas eram  frequentemente ilustradas em batalhas contra guerreiros gregos na arte grega.

Mulher Maravilha

Uma curiosidade super bacana é o fato de uma das personagens mais icônicas dos quadrinhos, a super-heroína Mulher Maravilha (Wonder Woman) da DC Comics, é totalmente inspirada na Grécia antiga e nas Amazonas. No universo dos quadrinhos, ela é filha da rainhaHipólita, princesa de Themyscira. Esta era o nome da cidade, ou capital, da nação das amazonas, e nos quadrinhos passou a ser uma ilha (também chamada de Ilha Paraíso). Bacana também observar que o nome da Mulher Maravilha é Diana, o mesmo nome da deusa Ártemis para os romanos.

Rainha Hipólita, da DC Comics
Rainha Hipólita, da DC Comics

Mulher Maravilha, além de ser uma guerreira e tanto – com habilidades de luta armada e desarmada – possui super poderes que lhe foram presenteados pelos deuses. Os poderes são: super força, capacidade de voar e agilidade sobrehumana. (Dizem que tem a força de Hércules, a sabedoria de Atena, a beleza de Afrodite e a velocidade de Hermes.)

Além dos super poderes, recebeu dos deuses os seguintes equipamentos: dois braceletes indestrutíveis, que usa para desviar projéteis e raios, uma tiara que pode ser usada como bumerangue e um laço mágico inquebrável que faz com que as pessoas laçadas digam a verdade.

Ela foi enviada ao mundo dos mortais com o objetivo de para espalhar uma missão de paz, bem como lutar contra o deus da guerra, Ares. Com o laço mágico, foi capaz de prender Ares e fazê-lo ver as loucuras e atrocidades que estava cometendo contra a humanidade. No mundo dos mortais de apaixonou por um mortal, o major das Forças Aéreas dos EUA, Steve Trevor, e por ele decidiu ficar nos EUA e não mais voltar para a sua terra natal após sua missão contra Ares. Nos EUA passou a integrar a Liga da Justiça.

Mulher Maravilha

O bacana dos quadrinhos é isso. Os autores tem a liberdade de criar coisas diferentes, realidades paralelas, misturar mitos com a realidades. E acontecem as coisas mais absurdas com os personagens, que morrem, voltam, realizam grandes proezas. Os quadrinhos, ao meu ver, nada mais são que a nova mitologia, a que nos faz sonhar e viajar nos dias atuais.

Espero que tenham gostado! Se tiverem dúvidas, só deixar um comentário. Até a próxima, e mais uma vez parabéns a todas as mulheres maravilhas que lutam por um mundo melhor.

Mitologia – As Moiras

As Moiras de Strudwick - A Golden Thread, 1885As Moiras de Strudwick – A Golden Thread, 1885 – óleo sobre tela

As Moiras eram três irmãs que detinham nas mãos o destino de homens e deuses. E por isso eram tão poderosas. Para os gregos, eram elas que teciam o destino de todos no mundo. Alguns acreditavam que eram mulheres idosas e maltratadas, e outros jovem e belas donzelas, mas sempre com aspecto um tanto sinistro.

O trabalho delas consistia em tecer o fio da vida de cada um. Para isso utilizavam-se de uma roca de fiar especial, também conhecida como Roda da Fortuna. Ao tecer a vida de uma pessoa, por vezes o fio passava na parte de cima da roda, por vezes na parte de baixo. E isso determinava os altos e baixos da vida de cada um, momentos de sorte e momentos de infortúnio. Ou seja, já naquela época, se sabia, que não importa quem você seja, tem momentos que você estará mais feliz do que nunca e momentos que você estará não tão bem assim. Faz parte da vida de todos.

Desenhos das Moiras e a roca de fiar

Pelos romanos, as Moiras eram conhecidas como Parcas. Elas eram tão poderosas, que nem mesmo Zeus, o senhos dos deuses poderia interferir nas decisões delas. E, vamos combinar, elas deveriam ser muito certinhas e justas, pois outras no lugar dela teriam feito um belo estrago e subjugado todos os deuses tomando o poder do mundo para si, né não? (taí uma boa ideia para game!)

As fofas eram chamadas Cloto, Láquesis e Átropos, e cada uma delas tinha uma função específica. Cloto – que em grego significa fiar – era quem segurava o fuso e tecia o fio da vida, e assim como Ártemis, às vezes atuava como deusa dos partos. Sua irmã Láquesis – que em grego significa sortear – puxava e enrolava o fio tecido, além de sortear e registrar os acontecimentos da vida daquele indivíduo que estavam tecendo. A última, e não menos importante, Átropos – significa afastar – era quem determinava o fim daquela vida. Era ela quem cortava o fio, a temida morte.

As Moiras da DisneyCloto, Láquesis e Átropos, segundo o desenho da Disney, Hércules, eram bem feinhas e ceguetas.

Por 

STRAITENED CIRCUMSTANCES: Tim Hanley on Wonder Woman and Women in Comics

ww43a

I was out of town yesterday so I’m a day late getting to read this month’s Wonder Woman, but going through the issue today tells me I really didn’t miss much of anything. This issue is kind of a mess, and honestly at this point I’m not sure how the editors at DC Comics think this book is something worth putting on the shelves. It’s harsh to say, I know, but this is such sub-par comic booking. I know DC puts out a ton of books each month and some of them are going to fall through the cracks, but this is WONDER WOMAN. She’s the most famous female superhero ever, plus she’s going to play a key part in the upcoming film universe. You might want to put her in a book that’s not so aggressively bad each month. Before we dig into the issue, first I need…

Ver o post original 1.111 mais palavras