Crítica – Pais e Filhas (2015)

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Avareza e irresponsabilidade

Traumatizado pelo acidente que matou a esposa, mesmo com sequelas  Jake Davis (Russell Crowe) resolve cuidar sozinho da única filha,a pequena Katie (Kylie Rogers). Ocorre que a bondosa e bela tia (Diane Kruger) propõe adotá-la ainda transtornada com a morte da irmã. Isso provoca uma guerra judicial entre o marido ambicioso William (Bruce Greenwood) e Jake , obrigando-o a se tornar um grande escritor para pagar as altas dívidas judiciais. Vinte e cinco anos mais tarde, Katie (Amanda Seyfried) torna-se uma garota madura e exemplar amparando crianças de rua á exemplo da introvertida Lucy (Quvenzhané Wallis). Um enredo empolgante cujo propósito não se sabe todavia se é criticar a vida materialista dos ricos ou a irresponsabilidade dos teimosos em dificuldade financeira.Pais e Filhas (Fathers and Daughters, EUA, 2015), de Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade).Drama. 116 min. 14 anos.Nota:2,5.Nota - 2,5