Crítica – A Assassina (2015)

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Belíssima arte marcial que dá sono

Situado na China, no século IX durante a dinastia Tang 618-907 a.C, a história acompanha Nie Yinniang(Qi Shu), uma garotinha que aos 10 anos é levada para um convento onde aprende artes marciais e se transforma em uma assassina excepcional e obcecada por eliminar todos os governantes corruptos. Quando falha em uma missão a tutora a envia de volta para sua terra natal, onde ela deve matar o homem a quem fora prometida. Depois de 13 anos exilada ela tem de confrontar seus pais, suas lembranças e suas mágoas reprimidas.Em vez da característica ação marcial wuxiana, temos um primoroso filme de arte, extremamente lento e filosófico com destaque para as belíssimas tomadas externas arborizadas cujo vento se desloca até atingir as cortinas internas nos suntuosos palácios imperiais.A Assassina (Nie Yinniang, China, 2015), de Hou Hsiao-Hsien(Memórias de Xangai) .Épico .90 min. Nota :2,5.Nota - 2,5