Crítica – Ave, César! (2015)

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Assim era Hollywood : mundo de sonhos e realidade

Macartismo radical contra um comunismo de fachada idealizado por cidadãos essencialmente capitalistas durante a Era de Ouro do cinema hollywoodiano pós- Segunda Guerra nos anos 50. A trama revive os bastidores de um famoso estúdio homenageando  clássicos como: A Escola de Sereias, Marujos do Amor e  Ben-Hur.Glamour esse camuflado por humanos imperfeitos como nós;astros corruptos, orgulhosos,  sensíveis, frágeis e  impacientes, porém autênticos( á exemplo do mal humorado  palhaço Krust do desenho dos Simpsons). Lá acompanhamos o cotidiano agitado de Edward Mannix (Josh Brolin) , o responsável por proteger as estrelas de escândalos e polêmicas vivendo um dia intenso quando Baird Whitlock (George Clooney), astro da superprodução Hail, Caesar!, é sequestrado no meio das filmagens. Com Ralph Fiennes, Scarlett Johansson e Channing Tatum. Ave, César!(Hail, Caesar!, EUA, 2015), de Joel Coen, Ethan Coen .Comédia.106 min.12 anos. Nota :4,5.Nota - 4,5