Crítica – Rua Cloverfield, 10 (2016)

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Fascinação ou heroísmo?

Jovem em crise conjugal(Mary Elizabeth Winstead) é sequestrada com intuito de permanecer indefinitivamente em cativeiro subterrâneo provocando ao espectador um suspense angustiante  á exemplo do misterioso Quarto de Jack e do masoquista Jogos Mortais. O motivo do cárcere privado justificado pelo ex-combatente das Forças Armadas(John Goodman- ótimo)  seria  uma repentina guerra nuclear obrigando-os a refugiar-se nesse bunker construído com muita antecedência por ele. De fato a falta de comunicação com a superfície e o trânsito frequente de helicópteros naquela afastada zona rural indicam que Howard pode estar dizendo a verdade.Todavia, seu comportamento doentio demonstra  cada vez mais ser uma farsa idealizada de um homem carente na busca desesperada por companhia. Será que ele tem mesmo razão ?Hoje somente nos cinemas.Rua Cloverfield, 10 (10 Cloverfield Lane, EUA, 2016), de Dan Trachtenberg.Suspense. 103 min.12 anos. Nota 3,5.Nota - 3,5