Crítica –  Little boy – Além do impossível (2016)

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 A fé que move montanhas

No tempo de Jesus toda casta religiosa das 12 tribos de Israel eram identificadas por montanhas. O jargão acima seria algo tão difícil de se concretizar literalmente e religiosamente, quanto a  Igreja Renascer unir-se a Igreja Universal do bispo Macedo.A trama é uma fantasia dentro da cruel realidade da Segunda Guerra Mundial ao estilo A Vida é Bela; tudo para não estragar os sonhos de um  pequeno menino grande e corajoso (Jakob Salvati), ansioso para ter seu pai e herói de volta da guerra. Nesta incrível jornada ele luta contra os próprios preconceitos, no caso o japonês vizinho ofendido diariamente naquela pequena comunidade carregando sozinho a culpa pela rivalidade dos compatriotas  contra os norte- americanos, semelhante ao eterno fardo de Adão e Eva por terem cometido o Pecado Original.As cinco lições do filme : Acreditar no impossível, não distinguir inimigos,transformar os outros, perdoar sempre, buscar a sorte através de boas vibrações.Little boy – Além do impossível.(Little boy, EUA, México, 2016), de Alejandro Monteverde .106 min. 12 anos. Nota :3,0Nota - 03