Crítica – A série Divergente – Convergente (2016)

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Admirável mundo chato

Descobriu-se que a guerra entre facções era inútil já que do outro lado do grande e mistico muro- revelado no filme anterior- todas elas eram monitoradas e controladas   por uma  grande organização muito mais poderosa militarmente e tecnologicamente. Logo se estabelece uma  única divisão  tácita entre selvagens e civilizados  semelhante ao clássico de  Aldous  Huxley Admirável Mundo Novo.Acolhida lá, Tris (Shailene Woodley descobre que é a única Pura entre os Divergentes tendo assim que se separar de Quatro (Theo James) para ser melhor estudada. Por fim, a franquia que até começou bem tornou-se entediante porque  não soube se sustentar (inovar), sobretudo neste terceiro ato que só se destaca pelo belo visual futurista  e pelos drones e  artefatos de plasma.A série Divergente – Convergente (The Divergent Series: Allegiant, EUA, 2016), de Robert Schwentke.Aventura. 121 min.12 anos. Nota :2,0.Nota - 02