Crítica – Os Últimos Dias de Krypton (2013)

os-ultimos-dias-de-kryptonEsqueça a distopia  Kryptoniana  da Era de Ouro dos quadrinhos cuja taxa de natalidade era manipulada á exemplo de o Admirável Mundo Novo escrito por Aldous Huxley em 1932.Esqueça o cientista louco Jor- El, tampouco o supercomputador rebelde Brainiac,mas a volta do antigo coluano famoso nos desenhos dos Superamigos.

 

Jor- El aqui  lembra o cientista brilhante e autista da animação de Bruce Timm, ao lado da doce e competente Lara, em revolta contra os conselheiros egoístas e conservadores para tentar salvar Krypton. Por outro lado, o Comissario Zod revela ser mesmo a encarnação do mal fazendo de tudo para conquistar o planeta sozinho.Nesta magnifica obra conhecemos mais do irmão Zor-El e sua esposa Alura moradores de Argo City a cidade litorânea afastada da capital Kandor.

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Apesar de já sabermos o final há muito tempo a impecável  narrativa moderna de Kevin J. Anderson  traz novas e surpreendentes revelações com mais personagens, suspense e muita ação nos emocionando no desde a derradeira Queda do Paraíso bíblico  até a partida em segurança do Último Filho de Krypton  rumo ao exílio final.Nota : 4,5Nota - 4,5