Crítica – Deadpool (2016)

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Além da tela, da Fox e acima de Hollywood

Esqueçam as olheiras profundas daquele apático personagem  em Wolverine Origens, pois esse aqui é que é o autêntico e irreverente,quase invulnerável – que lembrou muito Jim Carrey em O Máskara. Ele deitou e rolou  como se estivesse conversando conosco, ao vivo e em cores em um programa de auditório. Fiel aos quadrinhos e  com carta branca  da Fox, Deadpool (Ryan Reynolds) foi além da quarta parede  fazendo  tudo aquilo que um ator hollywoodiano gostaria de fazer em cena. A  trama é muito simples e de baixo orçamento composta de um vilão ordinário e  uma  brasileira   sexy – a   namoradinha d´Ele ( Morena Baccarin). Um dos melhores e mais honestos filmes de super-heróis de todos os tempos. Deadpool   EUA, 2016), de Tim Miller . Ação. 109 min.16 anos. Nota : 4,0.

Nota - 04