Crítica – A Garota Dinamarquesa (2015)

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Quando o homem virou mulher

Crises de identidade sexuais existem desde a aurora dos tempos. Notórias todavia ,ocorreram na década de 20 após a implantação da primeira cirurgia de mudança de sexo realizada por um médico gay. Einar Wegener (Eddie Redmayne- Indicado ao Oscar pela segunda vez seguida), desenvolveu uma incrível transformação -apoiado sempre pela bela esposa -a pintora Gerda Wegener (Alicia Vikander- favorita ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante). No princípio eram lindas e surtidas as cenas de sexo entre o encorpado suflê e o frágil chocolate Laka.Porém, ao vestir a  primeira lingerie para servir jocosamente de modelo, Lili finalmente aflorou;e conforme o alter -ego de Einar ganhava força e personalidade as relações sexuais diminuíam , intensificando o amor incondicional e o carinho entre o casal ; eternos e inseparáveis companheiros no momento em que o marido mais precisava. Concorre também a Melhor Figurino e Melhor Design de Produção. A Garota Dinamarquesa. (The Danish Girl, Reino Unido, EUA, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, 2015), de Tom Hooper (O Discurso do Rei). Dama.119 min.  14 anos. Nota: 4,0. Nota - 04