Crítica – O Regresso (2015)

the-revenant

De Lobo de Wall Street á Homem-lobo

gora vai? O namoro de Leonardo DiCaprio em busca da estatueta mais cobiçada de Hollywood já dura mais de 20 anos somadas  as cinco indicações desde a longínqua década de 90 quando era apenas um mero Aprendiz de Sonhador. Nos idos deste século amadureceu e acabou se formando em um fanático Aviador.Já na Africa primitiva conheceu  terras sem lei em Diamante de Sangue; e as particulares  do mundo ganancioso de O Lobo de Wall Street.

Falando em lobo agora em sentido literal, nesta trama  verídica, Hugh Glass (DiCaprio) é um explorador e comerciante ás margens e montanhas da região do Rio Missouri no ano aproximado de 1820 . Como um deficiente físico na maior parte do filme, ele rasteja em sua luta incessante pela sobrevivência contra os selvagens yanques usando todos os conhecimentos adquiridos em meio a densa floresta de Yellowstone – após ter os ossos das costas e da região das cordas vocais esmagados por um Urso que defendia legitimamente sua prole. Com 12 indicações ao Oscar o longa dirigido pelo competente Iñárritu traz toda beleza plastica, técnica e visual da região outrora dominada pelos índios  Arikara em incríveis planos- sequencia á exemplo do aclamado Birdman do mesmo diretor. Com Tom Hardy. O Regresso (The Revenant, EUA, 2016, de Alejandro Iñárritu. Drama.156 min.16 anos. Nota :4,0Nota - 04