Crítica – Anomalisa (2015)

 

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O filme mais humano do ano.

Na cama, Michael e Lisa indagam o porquê do Brasil ser o único pais sul-americano  aonde só se fala português. Isso é uma anomalia. De fato o Novo Mundo precisava ser povoado de etnias tristes e humildes, sedentes de conhecimento, á exemplo dos índios, negros e portugueses, o povo mais endividado do Velho Continente na época.A Europa estava e está saturada de orgulhosos imperialistas;o planeta precisava de ideias renovadoras. Enquanto hoje os EUA é o cérebro, o Brasil é o  Coração do Mundo, Pátria do Evangelho.O título desta animação adulta indicada ao Oscar – diferente de tudo que já se produziu – nos remete a uma trama  cadenciada, lenta e gradativa em ritmo de solidão; quase toda em tempo real.O tempo ideal para o popular e solitário escritor conhecer se apaixonar de verdade. Anomalisa, EUA, 2015), de Charlie Kaufman, Duke Johnson.Animação.90 min.14 anos. Nota :4,5 .Nota - 04