Crítica – O Fio de Ariane (2014)

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O labirinto que está dentro de nós

Fio de Ariane é o terno usado pela lógica para descrever a resolução de um problema em homenagem  a lenda de Ariadne,filha do rei Minos de Creta que ajudou seu amante Teseu a encontrar a saída do infindável labirinto do Minotauro. Aqui a francesa de meia idade  tenta imitar Amélie Poulain  em seu mundo fantasioso , cheio de cores vibrantes. Contudo,  tanto ela quanto o elenco principal peca pela falta de carisma, apesar das características marcantes e bem constituídas em cada personagem. Frustrada por comemorar sozinha o aniversário, Ariane foge de casa para morar em um barco- análogo a nova e inseparável amiga tartaruga falante que também transporta sua casa nas costas. Em meio a uma ótima trilha sonora  Ariane representa o símbolo da mulher solicita , “quebrando galhos” para as pessoas,sobretudo  aos novos amigos . Com Anaïs Demoustier (Uma nova amiga). O fio de Ariane (Au Fil d’Ariane, França, 2014), de Robert Guédiguian.Comédia dramática. 96 min.14 anos.  Nota :2,5 .Nota - 2,5