Crítica – Os 8 Odiados (2015)

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Oito Homens, uma mulher e um banho de sangue

Os 8 odiados é o oitavo e penúltimo filme da curta carreira de Quentin Tarantino que pretende se aposentar depois. Será?. Seu segundo faroeste seguido foi inspirado nos clássicos do gênero:  Sete Homens e um Destino (1960) e Os Doze Condenados (1967),  além de Cães de Aluguel produzido e dirigido por ele mesmo. Entre seis e oito anos após o fim da Guerra Civil, uma carruagem quebra em meio a paisagem invernal de Wyoming contendo um mercenário  (Kurt Russel) e a fugitiva Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh) condenada a morte. Mas durante o percurso, eles encontram o Major Marquis Warren (Samuel L. Jackson), um pistoleiro, e Chris Mannix (Walton Goggins), um renegado sulista que quer ser o novo xerife da cidade.Ao se perderem na nevasca, o grupo procura refúgio em uma parada administrada por Minnie (Dana Gourrier). Lá, são recebidos por Bob (Demian Bichir), que está cuidado do estabelecimento enquanto Minnie visita a mãe, Oswaldo Mobray (Tim Roth), o carrasco de Red Rock, o caubói Joe Gage (Michael Madsen), e o Confederado General Sandy Smithers (Bruce Dern). Conforme a tempestade de neve piora, os oito viajantes descobrem que podem nunca chegar à Red Rock.

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Depois de uma mulher , um judeu e um negro o diretor pretende que um gay protagonize outra vingança sangrenta- comentou em descontraída coletiva realizada no hotel  Hyatt em São Paulo dia 23 de novembro de 2015 aonde a Gazeta de Pinheiros compareceu e participou. Nota :4,0 Nota - 04