Crítica – Victoria (2015)

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Amor bandido  depois da balada

Aplaudido no Festival de Berlim o longa dirigido por Sebastian Schipper  desenvolve um plano sequencia de 134 minutos sobre uma inexperiente jovem espanhola (Laia Costa) há 3 meses na capital alemã . Com diálogos improvisados a trama se destaca em virtude das cenas traseiras em close, semelhante aos multipremiados Birdman e O Lutador. Logo após deixar a balada ás 4 da manhã, Victoria é cativada por uma gangue de quatro desocupados que irão mudar sua vida para sempre. Devido a infância rígida e tradicional a simpática madrilenha que não domina o idioma local , adere ao universo fascinante dos aventureiros imediatistas  em busca da liberdade que nunca teve.Uma paixão  momentânea e desenfreada como a de uma águia careca, o que pode lhe  custar a vida ou tudo aquilo que ela conquistou até agora . Victoria (Victoria, Alemanha, 2015), de Sebastian Schipper. Drama.134 min.Nota :3,5.Nota - 3,5