Crítica – A Pequena Morte (2015)

328997.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxSinais do prazer

Estórias paralelas sobre casais e pessoas solitárias com problemas sexuais.No entanto, só as duas últimas valem á pena assistir. Na primeira, a esposa  dá sumiço ao cachorrinho da casa  porque ela só se satisfaz na cama quando o marido chora (ridículo). Na segunda,uma brincadeira entre um casal vai tão longe que acaba não tendo nada a ver com sexo.Tem a da mulher cuja fantasia sexual é ser estuprada de súbito pelo marido, três tramas descartáveis e para lá de previsíveis.As que interessam realmente, é a do marido que dá sonífero á esposa para ela parar de reclamar toda vez que ele chega em casa;isso demanda varias noites mal dormidas,única oportunidade que ele encontrou de estar prazerosamente ao lado dela, o que acaba prejudicando o seu rendimento no trabalho no dia seguinte. Por fim , o melhor conto sem dúvida alguma, é o do mudinho que contrata uma atendente especializada em linguagem de sinais por Skype para que ela traduza, toda constrangida, a conversa promíscua por telefone entre ele e uma prostituta.Um conto emocionante que carrega o filme nas costas. A pequena morte (The little death, Austrália, 2015), de Josh Lawson ( Os Candidatos) .Comédia.96 min.Nota :2,0.  Nota - 02