Crítica – No Coração do Mar (2015)

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Um dia da caça outro do caçador

O episódio que incentivou Herman Melville (Ben Whishaw) em 1820 a escrever Moby Dick, uma das melhores obras literárias de todos os tempos, ficou registrado em relatos feitos pelo último e traumatizado sobrevivente (Brendan Gleeson).Em flash black, observamos a egoística disputa entre o capitão (George Pollard)  do navio Essex e o seu obcecado primeiro comandante(Chris Hemsworth) rumo ao lucrativo óleo de baleia, usado até o século XIX principalmente para fornecer combustível para  iluminação  das casas e ruas, lubrificante na fabricação de sabão e até mesmo margarina.Ocorre que uma violenta tempestade deixou o navio e a tripulação fragilizada,oportunidade ideal para a “vingança”da gigantesca “Mãe das Baleias”, inspirada no monstro marinho bíblico Leviatã, que tentava somente depender o seu cardume e a própria vida. Baseado em ampla pesquisa e um vasto conhecimento marítimo resumida na obra homônima do historiador Nathaniel Philbrick descobriu entre outras coisas ser o “monstro” um Cachalote de aproximadamente 25 metros de comprimento. Com Cillian Murphy  e Tom Holland, o novo Homem-Aranha.No coração do mar (In the Heart of the Sea, EUA, 2014), de Ron Howard(Uma Mente Brilhante).Drama.121 min.12 anos. Nota :3,5  Nota - 3,5