Crítica – Três lembranças da minha juventude (2015)

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Três lembranças da minha juventude

O filme conta a história de Paul Dédalus   (Quentin Dolmaire)  em três partes:  A infância em Roubaix,  dos ataques de loucura da mãe.A adolescência conturbada com o pai-  um  viúvo  inconsolável,-   sua  viagem  para  a  URSS,  onde  uma missão clandestina o levou a oferecer a própria identidade á um jovem russo.E o início da vida  adulta  aos  19    como  estudante  em  Paris(família,  amigos,  dores,  estudos);  a  descoberta  da antropologia e, principalmente, a paixão por Esther( (Lou Roy Lecollinet), o amor da sua vida: uma garota descolada que apesar de ter inúmeros parceiros,  encontrou o companheiro ideal para viver e conviver.Convenhamos,ela carrega o filme nas costas desbancando o “Forrest Gump francês” ás avessas( guardadas as devidas proporções,claro). Com Mathieu Amalric. Três lembranças da minha juventude.(Trois Souvenirs De Ma Jeunesse, França, 2015), de Arnaud Desplechin(Reis e rainha).Drama.120 min. Nota :3,0.Nota - 03