Crítica – Mistress America (2015)

 

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Amizade sincera até demais

Parece a continuação de Frances Há, do mesmo diretor, mas não é. Dessa vez, Tracy(Lola Kirke) faz o papel da protagonista indecisa e  inexperiente, recém-chegada á Nova York e que se inspirou na veterana  descolada, a futura meia-irmã Brooke(Greta Gerwig) para desenvolver seu trabalho de literatura na faculdade. Tudo aquilo que ela almeja ser um dia: uma Mistress America. Comédia sincera e realista, ao mesmo tempo leve e agradável, sem ser piegas ou abusar dos dramáticos clichês hollywoodianos: repleto de finais felizes e comoventes;  feita por pessoas normais do nosso cotidiano. Mistress America(Mistress America, EUA, 2015), de Noah Baumbach( Enquanto somos jovens) .Comédia.85 min.12 anos.Nota :3,5.  Nota - 3,5