Crítica – Taxi Teerã (2015)

173383.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxDriblando a ditadura com humor

Seguidamente após contrariar em um documentário nosso conhecido tirano Ahmadinejad eleito em 2009, Panahi  foi preso,  proibido de trabalhar e de sair do país. Seis anos depois,felizmente é libertado  graças a forte pressão dos colegas estrangeiros. Sem perder tempo, resolve driblar a ditadura instalando câmeras clandestinas disfarçado de taxista ao estilo do apresentador Gugu Liberato, um falso documentário cômico misturado com artistas e transeuntes a esmo, dirigido (guiado), protagonizado e editado pelo próprio Panahi. Uma ideia genial através das ruas da capital iraniana que acabou premiada com o Urso de Ouro no Festival de Berlim. “Depois da China somos os que temos o maior número de execuções”- desabafou um dos passageiros. Taxi Teerã (Taxi, Irã, 2015), de Jafar Panahi(Cortinas Fechadas) . Drama. 82 minutos.Nota :4,0.Nota - 04