Crítica – A Ilha do Milharal (2014)

171953.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxO futuro das ex-repúblicas socialistas soviéticas

Um camponês e sua neta cuidam de uma plantação de milho em uma ilha no curso do rio Inguri, divisa entre a Geórgia e a república independente da Abecásia, em conflito desde a guerra de 1992 e 1993 após o fim da URSS. As ilhas da região surgem e desaparecem por conta do movimento da água e do vento. A passagem do tempo, que desgasta e constrói as ilhas, marca o amadurecimento da jovem e a obstinação do velho camponês. As duas vidas são submetidas às forças da natureza e a guerra civil da região.Munidos somente de um foice , uma enxada e um martelo eles sobrevivem  análogos á bondosos bichinhos do mato ilhados do mundo. Uma  linguagem  estética que lembrou   a silenciosa produção nacional Ventos de Agosto. Longa foi selecionado pela Geórgia ao Oscar do ano passado. A ilha do milharal.(Simindis Kundzuli, Geórgia, Alemanha, França, Cazaquistão, Hungria, 2014), de George Ovashvili. 100 min.12 anos. Nota:4,0.Nota - 04